terça-feira, 5 de outubro de 2010

O aborto é contra à lei natural e lei divina, diz Dom Orlando


Gracielle Reis
Da Redação



''Nós queremos também respeitar o instinto da maternidade tão natural e forte'', diz o presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família

“Salientamos o valor da vida em todas as suas dimensões”. Esta é a proposta apresentada no material de divulgação da Semana Nacional da Vida, que tem início nesta quinta-feira, 1º, com encerramento no Dia do Nascituro, na terça-feira, 8.

O presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, Dom Orlando Brandes, explica que a primeira finalidade da Semana é a defesa da vida humana desde o útero materno. O bispo assume a posição “bem clara antiabortista” do evento e afirma que a vida é um direito essencial de qualquer ser humano. “O aborto é contra à lei natural, além de ser contra à lei divina", destaca.

Dom Orlando esclarece ainda que a reflexão se estende a todas as fases e realidades que podem atingir o ser humano: “Como temos que ser responsáveis pela vida humana, em todos os seus estágios, nós também falamos dos mandamentos do motorista, da ecologia, mutirão de combate à fome, dessa Campanha da CNBB, em parceria com o Ministério da Saúde, para que as pessoas façam o quanto antes exames do vírus da AIDS”.

De acordo com o bispo, esta Semana também pretende despertar para questões políticas devido aos diversos projetos, em tramitação no Congresso Nacional, que envolvem a vida e a dignidade humanas, como os projetos de lei favoráveis ao aborto e à manipulação de células-tronco embrionárias.

Dom Orlando afirma que muitos são os sofrimentos causados às mulheres devido à prática do aborto, como observado no atendimento prestado pela Pastoral da Mulher Marginalizada a estas mulheres. “Nós queremos também respeitar o instinto da maternidade tão natural e forte. O aborto, portanto, prejudica duas vidas: a vida criança que é eliminada e a vida da mãe que é prejudicada”, ressalta o bispo.

O presidente da Comissão Episcopal enfatiza ainda que o aborto não deve ser praticado em nenhuma circunstância, mesmo em casos de anencefalia. “Também somos contrários mesmo ao aborto de fetos anencéfalos. Mesmo assim tem o direito de nascer porque é vida humana, porque já é um ser humano e não nos cabe, ou à medicina ou aos políticos, decidir sobre a vida”.

A Semana Nacional da Vida foi lançada na 43ª Assembleia da CNBB, realizada em Itaici, no ano de 2005, quando os bispos convidaram os fiéis e toda a sociedade a se empenharem na defesa e promoção da vida. A Declaração sobre Exigências Éticas em Defesa da Vida, fruto da Assembleia, sugeriu que toda a Igreja no Brasil refletisse sobre o tema através da realização de celebrações, cursos, encontros e seminário de bioética.


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D.Dimas Barbosa - o aborto

CNBB fala sobre eleições e aborto


CNBB


CNBB
Dom Dimas: ''Que o cerne de toda política pública seja a pessoa humana, sagrada, intocável, desde o momento em que passa a existir''
O jornal O Estado de S. Paulo, em sua edição de sexta-feira, 20, na página A7, trouxe uma nota afirmando que o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, “admitiu que os católicos votem em candidatos que são favoráveis ao aborto”. A citação, fora de seu contexto, leva o leitor a interpretações que não correspondem em absoluto à posição do secretário geral em relação a este tema.

Diante disso, o secretário solicitou uma retificação por parte do jornal que foi publicada na edição deste sábado, 21, na página 2, coluna Fórum dos Leitores.

Publicamos abaixo a íntegra do texto

Prezado Senhor Diretor de Redação,

Foi com desagradável surpresa que vi estampada minha fotografia no topo da página A7 da Edição de hoje, sexta-feira, 20 de agosto, com a nota de que eu teria admitido que os católicos votem em candidatos que são favoráveis ao aborto.

Gostaria de expressar, mais uma vez, a posição inegociável da CNBB, que é a mesma do Magistério da Igreja Católica, de defesa intransigente da dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural. O aborto é um crime que clama aos céus, um crime de lesa humanidade. Isso, evidentemente, não significa que o peso da culpa deva recair sobre a gestante. Também ela é, na maioria das vezes, uma grande vítima dessa violência, e precisa de acompanhamento médico, psicológico e espiritual. Aliás, esses
cuidados deveriam vir antes de uma decisão tão dramática.

Os católicos jamais poderão concordar com quaisquer programas de governo, acordos internacionais, leis ou decisões judiciais que venham a sacrificar a vida de um inocente, ainda que em nome de um suposto estado de direito. Aqui, vale plenamente o direito à objeção de consciência e, até, se for o caso, de desobediência civil.

O contexto que deu origem à manchete em questão é uma reflexão que eu fazia em torno da diferença entre eleições majoritárias e proporcionais. No caso da eleição de vereadores e deputados (eleições proporcionais), o eleitor tem uma gama muito ampla para escolher. São centenas de candidatos, e seria impensável votar em alguém que defenda a matança de inocentes, ainda mais com dinheiro público. No caso de eleições majoritárias (prefeitos, senadores, governadores, presidente), a escolha recai sobre alguns poucos candidatos. Às vezes, sobretudo quando há segundo turno, a escolha se dá entre apenas dois candidatos. O que fazer se os dois são favoráveis ao aborto? Uma solução é anular o próprio voto. Quais as conseqüências disso? O voto nulo não beneficiaria justamente aquele que não se quer eleger? É uma escolha grave, que precisa ser bem estudada, e decidida com base numa visão mais ampla do programa proposto pelo candidato ou por seu Partido, considerando que a vida humana não se resume a seu estágio embrionário.

Na luta em defesa da vida, o problema nunca é pontual. As agressões chegam de vários setores do executivo, do legislativo, do judiciário e, até, de acordos internacionais. E chegam em vários níveis: fome, violência, drogas, miséria... São as limitações da democracia representativa. Meu candidato sempre me representa? Definitivamente, não! Às vezes, o candidato é bom, mas seu Partido tem um programa que limita sua ação. Por isso, o exercício da cidadania não pode se restringir ao momento do voto. É preciso acompanhar, passo a passo, os candidatos que forem eleitos. A iniciativa da Ficha Limpa mostrou claramente que, mesmo num Congresso com tantas vozes contrárias, a força da união do povo muda o rumo das votações.

Que o Senhor da Vida inspire nossos eleitores, para que, da decisão das urnas nas próximas eleições, nasçam governos dignos do cargo que deverão assumir. E que o cerne de toda política pública seja a pessoa humana, sagrada, intocável, desde o momento em que passa a existir, no ventre de sua própria mãe.

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

OUSE!!!


Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade,o autor do crime era uma pessoa influente do reino e por isso,desde o 1º momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento,já temendo o resultado: A forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz,que também estava combinado para levar o pobre homem à morte,simulou um julgamento justo,fazendo uma proposta ao acusado que provasse a sua inocência.
Disse o juiz: Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor.
Vou escrever em um pedaço de papel a palavra Inocente, e no outro pedaço a palavra Culpado.
Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto.
O Senhor decidirá o seu destino,determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse,o juiz preparou os dois papéis; Mas em ambos ele escreveu culpado.
De maneira que,naquele instante,NÃO existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.
Não havia saída.
Não havia alternativas para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis sobre a mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e pressentindo a armação, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.
É muito fácil,respondeu o homem.
Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.
Imediatamente o homem foi libertado.
Por mais difícil que seja uma situação,não deixe de acreditar e de lutar até o último momento.
Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.
Não desista…
Não entregue os pontos…
Não se deixe derrotar…
Quando tudo parece perdido,Ouse!
Persista,vá em frente apesar de tudo e de todos.
Creia que você pode conseguir…
E acima de tudo…
Quando você tiver um grande problema…
Não vá até Deus dizer que tem um grande problema, vá até o problema e diz que você tem um grande “Deus.”

DEUS SEMPRE APARECE


Quando o sonho se desfaz…DEUS reconstrói!
Quando se acabam as forças…DEUS renova!
Quando é inevitável conter as lágrimas…DEUS dá alegria!
Quando não há mais amor…DEUS o faz nascer!
Quando a maldição é certa…DEUS a transforma em bênção!
Quando parecer ser o final…DEUS dá novo começo!Quando a aflição quer persistir… DEUS nos envolve com paz!
Quando a doença assola… DEUS é quem cura!
Quando o impossível se levanta… DEUS torna possível!
Quando faltam palavras… DEUS sabe o que queremos dizer!
Quando tudo se parecer fechar… DEUS abre uma nova porta!
Quando você diz: “Não vou conseguir“… DEUS diz: “Não temas, pois, estou contigo!
Quando o coração é machucado por alguém… DEUS é quem derrama o bálsamo curador!
Quando não há possibilidades… DEUS faz o milagre!
Quando só há morte… DEUS nos faz persistir!
Quando a noite parecer não ter fim… DEUS faz nascer o amanhecer!
Irmãos TOMEM POSSE!!! AS BÊNÇÃOS ESTÃO CAINDO!!!! Não fique esperando, tenha atitude nosso Deus não e o Deus do impossível, ele e o Deus que torna tudo possível, e se tudo e possível qual e o seu medo irmão?? Por que você insiste em dizer que o “Não vai conseguir, se DEUS esta de dizendo “Não temas, pois, estou contigo”, por que você não confia, não se abandona nas mãos de Deus, qual o seu medo?
Irmãos Deus quer nos da o que ele tem de melhor, que é o amor do pai, e quantas vezes nos não pegamos, tomamos posse deste amor, por estamos seduzidos, pelo pecado, pela carne, quantas vezes perdemos o que esta debaixo de nosso nariz?!
Faça diferente meu irmão, viva o que Jesus esta te mostrando, pare escute, siga o caminho que ele esta desenhando na sua frente, e simples, muito mais simples do que você acha que é!! Pare neste momento olhe para dentro de você e tenta escutar Jesus falando bem baixinho no seu ouvido, “Filho amado, eu te amo, eu trocaria reinos por ti, vem para meus braços, eu quero ser o seu amparo”, irmão abandonem nas mãos de Deus, e vocês vão sentir como se tivesse caminhando em nuvens, eu falo por que experimento a cada dia mais me abandonar nas mãos de Cristo!!!
Deus abençoe a todos!!! Tudo por Jesus!!! Nada sem Maria!!!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Irmã Terra

CARTA DO CHEFE INDÍGENA SEATLE


"O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro: o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro (...).

Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem deve tratar os animais desta terra como seus irmãos (...)

O que é o homem sem os animais? Se os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.

Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a Terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem às suas crianças o que ensinamos às nossas, que a Terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à Terra, acontecerá aos filhos da Terra. Se os homens cospem no solo estão cuspindo em si mesmos.

Isto sabemos: a Terra não pertence ao homem; o homem pertence à Terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas, como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.

O que ocorre com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não teceu o tecido da vida: ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.

Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos ( e o homem branco poderá vir a descobrir um dia): nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que o possuem, como desejam possuir nossa terra, mas não é possível. Ela é o Deus do homem e sua compaixão é igual para o homem branco e para o homem vermelho. A terra lhe é preciosa e feri-la é desprezar o seu Criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.

Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnados do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam. Onde está a árvore? Desapareceu. Onde está a água? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência.

Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece um pouco estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante deum pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira, cada inseto a zumbir é sagrado na memória e experiência domeu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo aslembranças do homem vermelho (...).

Essa água brilhante que corre nos rios não é apenas água, mas a idéia nos parece um pouco estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira, cada inseto a zumbir é sagrado na memória e experiência domeu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho (...).

Essa água brilhante que corre nos rios não é apenas água, mas o sangue denossos antepassados. Se vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, devem ensinar às crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga e, quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa (...). Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.

Eu não sei. Nossos costumes são diferentes dos seus.

A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.

Não há lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater de asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece apenas insultar os ouvidos. E o que resta da vida de um homem, se não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros."

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Umaporção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga e, quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa

(...). Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto."

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Curados pela Eucaristia, de Monsenhor Jonas Abib


Curados pela Eucaristia, de Monsenhor Jonas Abib


Nunca compreenderemos como o Senhor dá seu corpo e sangue na forma de pão e vinho. Isso será sempre um mistério da fé, mas o Senhor, sabendo disso, veio em auxílio a nossa fraqueza, a nossa incredulidade. Por isso Ele realizou prodígios; para que pudéssemos aceitar com mais facilidade o mistério da eucaristia. Por isso Jesus andou sobre as águas, multiplicou os pães, apareceu aos apóstolos após a sua ressurreição; tudo para que soubéssemos que Ele tem o poder de realizar aquilo que realizou na Eucaristia.

Jesus quis concretizar a sua presença na hóstia, sob as espécies de pão e vinho, para que compreendêssemos que a Eucaristia que recebemos é o seu corpo, que vem ser presença, remédio, cura, alimento e força para nós.

Quando comungamos, é a pessoa inteira de Jesus que recebemos. É Jesus Ressuscitado, com seu corpo glorioso. Entramos em comunhão com suas chagas, que foram abertas por nós, para curar as nossas feridas e as marcas deixadas pelo pecado em nós. Comungamos o coração do Senhor, que amou e que ainda ama a cada um de nós; o mesmo coração que foi perfurado pela lança.

A Eucaristia é como um remédio que devemos tomar constantemente até nos curarmos, principalmente quando a nossa luta é contra um determinado pecado que não conseguimos vencer.


Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

segunda-feira, 26 de outubro de 2009


A Igreja Católica





Razões Porque sou Católico


1º - A Igreja Católica tem como seu fundador o próprio Jesus Cristo ( Mt 16,18-19)

- A Igreja Católica é governada segundo a forma bíblica: bispos (Atos 20,28; Flp 1,1; Tt 1,8), presbíteros = anciãos (Atos 15, 2-6,21,18; 1Pdr 5,1) e diáconos (Atos 6, 1-6).

- A Igreja Católica comprova a sua autoridade com a sucessão apostólica.

4º - A Igreja Católica foi confirmada por Deus e inaugurada para o mundo com a vinda do Espírito Santo em Pentecostes (Atos 2).

5º - A Igreja Católica segue a advertência bíblica contra as divisões, cismas e sectarismo (Mt 12,25; 16,18; Jo, 10,16; 17,20-23; Atos 4,32; Rom 13,13; 1Cor 1, 10-13; 3,3-4; 10,17; 11,18-19; 12,12-27; 14,33...).

6º - A Igreja Católica está fundamentada na autoridade da Bíblia (Hbr 4, 12-13; 2Tm 3,16-17; da Tradição, isto é, o conteúdo da doutrina cristã vindo desde o começo do cristianismo que garante a continuidade da única e mesma mensagem de Cristo (2Ts 2,15 consultar Bíblia de Jerusalém e a versão protestante João Ferreira de Almeida; 1Cor 11,2) e do Magistério, isto é, a palavra do papa e dos bispos unidos a ele (Mt 16,19; Lc 10,16).

- A Igreja Católica recebeu a missão de ensinar a verdade e cuidar da sã doutrina ( Mt 28,19-20 e Atos 2, 42), e assim evitar o erro das interpretações particulares que provocam discussões e diversidades. Ela é "coluna e sustentáculo da verdade"(1Tim 3,15).

- A Igreja Católica conservou a Bíblia com todos os livros do antigo Testamento (46 livros), conforme o uso dos primeiros cristãos e confirmado pelos Concílios regionais de Hipona (393), Cartago III (397), Cartago IV 9419) e Trulos (692). E, quanto ao Novo Testamento, inspirada por Deus, estabeleceu os 27 livros. Foi ela também quem dividiu a Bíblia em capítulos e versículos para facilitar a sua leitura.

9º - A Igreja Católica em os sete sinais da graça de Deus: os sacramentos. O Batismo (Mt 29,19), Crisma (Atos 8,18), Eucaristia (Mt 26,26-29), Matrimônio (19,3-9), Unção dos Enfermos (Tg 5,13-15), e a Ordem (instituído por Jesus durante a Última Ceia, quando disse aos seus apóstolos na Última Ceia: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19).

10º - A Igreja Católica acredita que o batismo é necessário para receber a salvação (Mc 16,16), o perdão dos pecados, o Espírito Santo (Atos 2,38) e tornar-se membro da Igreja (Atos 2,41).

11º - A Igreja Católica continua a conceder o sacramento da Crisma do mesmo modo como no passado (Atos 8,18, isto é, pelos bispos, sucessores dos apóstolos.

12º - A Igreja Católica crê na presença real de Jesus na Eucaristia (Jo 6,51.53-56). Ela vive fielmente as palavras da Última Ceia: "Isto é o meu corpo, que é dado por vós... Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22,19.20).

13º - A Igreja Católica mantém a prática de dar uma nova oportunidade de perdão dos pecados através dos sacramentos da penitência ou confissão, conforme a vontade de seu fundador (Jo 20,23).

14º - A Igreja Católica professa ser o matrimônio indissolúvel, conforme o ensino de Seu fundador (Mt 19,3-9). e ao mesmo tempo tem misericórdia e acolhe com amor aqueles(as) que passaram pela dura experiência da separação.

15º - A Igreja Católica continua o sacerdócio instituído por Jesus Cristo na Última Ceia (Lc 22,14-20), e continuado desde a Igreja primitiva (Atos 6,6; 14,22; 1Tm 4,14; 2Tm 1,6) até os nossos dias.

16º - A Igreja Católica continua a prática da Unção dos Enfermos para pedir a cura para o espírito, alma e corpo, conforme o ensino bíblico (Mc 1,13; 1Cor 12,9; Tg 5,14-15) e a prática dos primeiros cristãos passada de geração em geração até aos nossos dias.

17º - A Igreja Católica venera a Virgem Maria conforme uma profecia bíblica (Lc 1,48) e a vontade do próprio Jesus (Jo 19,25-27).

18º - A Igreja Católica professa quatro verdades fundamentais sobre Maria: ela é a mãe de Deus (Lc 1,43); permaneceu virgem antes, durante e depois de dar a luz ao filho de Deus (Mt 1,16.18); em vista do seu divino Filho foi concebida sem pecado (Imaculada Conceição) (Lc 1,28); terminado o seu tempo na terra foi elevada ao céu em corpo e alma (Assunção) (Ap 12,1-14).

19º - A Igreja Católica aceita a autoridade dos Concílios Ecumênicos realizados desde o início do Cristianismo (Atos 15), e no decorrer dos séculos foram definindo a doutrina cristã.

20º - A Igreja Católica crê na doutrina bíblica do céu (1cor 2,9; Ap 21,3-4), inferno (Mc 9,43-44) e no valor da oração pelos mortos (2Mac 12,39-45; 1Cor 3,11-15; Tb 12,12; 1Cor 15,29; 2Tm 1,16-18).

21º - A Igreja Católica acredita na eficácia da intercessão da Virgem Maria e dos santos, conforme o testemunho apresentado pela própria Escritura (Gn 18,23-31; Ex 32,11-14; Rom 1,9; Tg 5,16), e o testemunho de cristãos que atribuem as graças alcançadas à intercessão dos santos e santas.

22º - A Igreja Católica crê na existência dos anjos, e também na eficácia do seu auxílio (Ex 23,20-23; Tb 3,25; Sl 90,11).

23º - A Igreja Católica acredita que cada pessoa tem um anjo da guarda (Sl 33,8; Mt 18,10; Atos 12,15; Hbr 1,14)

Fonte: Quem fundou a Igreja Católica? (Pe.A.L.G.)
Texto extraído do panfleto explicativo, ano 2005, paróquia São José - Belo Horizonte e Basílica de São Geraldo em Curvelo - MG

- O ARREPENDIMENTO .

- O ARREPENDIMENTO Lc 13,1-9

Esses dois episódios, como sinais dos tempos, dizem que a morte pode vir de improviso. Assim também o juízo de Deus pode chegar quando menos esperarmos. Por isso, precisamos e devemos nos arrepender de todos os nossos pecados.

Jesus deixa claro que não necessariamente há uma relação direta de causalidade entre culpa e sofrimento. Mas as desgraças públicas são, como sinais dos tempos, oportunidade para reflexão e penitência dos pecados. Jesus adverte que toda nação caminha para a ruína se não se converter ao Messias. Todos necessitamos de conversão contínua porque todos erramos. O mistério do sofrimento sem espírito de fé esmaga o homem.

Primeiro, arrepender-se é desviar do pecado, mudando de direção em relação à iniquidade.

O arrependimento é mais do que um aprimoramento pessoal, é mais do que uma maneira de se controlar a vida. É uma medida profunda, uma decisão de abandonar tudo o que é estranho a Deus. Essa medida contribui para uma transformação total, a que Jesus chama novo nascimento (João 3:3).

Arrepender-se não é simplesmente sentir remorso do pecado cometido. Uma pessoa pode sentir remorso de ter pecado devido às complicações que o pecado trouxe à sua vida, ou devido a uma consequência desvantajosa que tenha de sofrer pelo ato pecaminoso. Judas sentiu remorso por ter traído Jesus, mas não se arrependeu (Mateus 27:3). Pedro, que negou Cristo (Mateus 26:34,69?75), arrependeu-se; Judas sentiu apenas remorso. É possível sentir-se perturbado pelo fato de ter pecado, sem, contudo, arrepender-se.

O arrependimento não é simplesmente uma convicção do pecado. No dia de Pentecostes, Pedro expôs o pecado dos judeus que o ouviam. As palavras do apóstolo levaram convicção ao coração deles, a ponto de clamarem: ?Que faremos?? (Atos 2:37). Pedro, porém, não considerou essa convicção como arrependimento; pois ao responder à indagação deles, disse: ?Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados e recebereis o dom do Espírito Santo? (Atos 2:38).

O arrependimento não é simplesmente uma tristeza divina. A tristeza divina por causa dos pecados precede e produz o arrependimento, segundo o apóstolo Paulo: Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza segundo o mundo produz morte (2 Coríntios 7:10).

O arrependimento não deve ser tampouco definido como uma mudança de vida. Ele produz, sim, uma mudança de vida. Se o arrependimento não resultar numa vida transformada, então não houve de fato arrependimento genuíno; mas a mudança de vida não é o arrependimento propriamente dito. João Batista advertia o povo que o seguia: ?Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento? (Mateus 3:8). O arrependimento real precede os frutos de arrependimento, a saber uma vida mudada.

Arrependimento tem a ver com mudança resoluta da vontade própria em relação ao pecado. Envolve o intelecto, as emoções e a consciência. Essa mudança de atitude em relação ao pecado torna-se tão nítida na personalidade humana, que capacita o crente a desistir de um modo de vida. No batismo, uma pessoa é imersa para morrer espiritualmente para o pecado, crucificando seu velho eu, de modo que o corpo do pecado seja destruído (Romanos 6:6).

Em segundo lugar, arrepender-se é voltar-se para Cristo. Não é apenas uma reação negativa ao mal; é também uma resposta positiva a Cristo.

O arrependimento consiste em abandonar o pecado e voltar-se para Cristo para ter vida. Jesus não convidou ninguém para tirar férias religiosas, ou dar uma breve trégua na iniquidade.

Ele pediu comprometimento total, descrito como um nascimento da água e do Espírito, um nascimento do alto (João 3:5). Essa transformação é tão radical e duradoura que Paulo a comparou com uma circuncisão espiritual, uma remoção completa do corpo da carne por obra de Deus: Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo (Colossenses 2:11).

O arrependimento envolve um compromisso constante. Ao respondermos a Deus, devemos fazer morrer as obras do corpo. Daí para frente, uma tarefa que temos como cristãos é não deixar virem à tona essas obras.

Paulo disse: ?Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e avareza, que é idolatria? (Colossenses 3:5).

É preciso viver no mundo sem ser dele, e nele viver conforme o Espírito de Deus. O juízo de Deus sobre nós pode dar-se quando menos esperamos e por isso devemos viver de tal modo que não sejamos surpreendidos. O cristão está em contínua vigilância pela caridade e pela prática da misericórdia.

Pai, que a minha vida seja uma contínua busca de comunhão contigo, por meio de um arrependimento sincero e de minha conversão urgente para ti.

Padre Bantu Mendonça K. Sayla
Fonte: http://blog.cancaonova.com

PAPA JOÃO PAULO II






















O que acontece quando desobedecemos a Deus?






O que acontece quando desobedecemos a Deus?
O inimigo vem destruindo as estruturas de nossas famílias. Ele está fazendo as pessoas de marionetes, para que não obedeçam mais a Deus. Quando não mais obedecemos a Deus vivemos na desordem, e a nossa sociedade caiu nesse erro! Nossa geração quem sabe seja a que mais gritou a independência de Deus. E daí vem a desordem e todo sofrimento que vivemos.

Não continue nessa loucura de uma sociedade que pediu a independência de Deus! Lúcifer e os anjos decaídos querem trazer a divisão e separar o povo de Deus. Meus filhos, nós precisamos romper com esse círculo vicioso.

Talvez nossos pais, irmãos, filhos, esposa ou esposo não queiram rompê-lo... Então, rompamos nós com esse círculo vicioso!

Repitam: "Eu e minha casa serviremos a Deus"!

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib